quarta-feira, 23 de março de 2011



"Minha aluna Ariadne (Kahina Mahin) fez uma belíssima apresentação em um evento familiar agradando e encantando aos presentes.
Parabéns por sua postura, classe, dança e pontualidade".


Professora Raquel Couto -  Aicha.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Novas turmas infantis

Novidade na área!!!
Foram abertas novas turmas infantis iniciantes na Escola Classe 115 Norte, de manhã e a tarde.

Os horários são os seguintes:
Terças e Quintas (manhã): de 09 às 10hs.
Sexta-feira: das 14 às 16hs.

Tragam seus filhos!

Além desses horários, vale lembrar os outros:
Escola Classe 306 norte (Terças e Quintas)
Adulto Iniciante: 19:30 às 20:30
Adulto Intermediário/Avançado: 20:30 às 21:30
SEXTA-FEIRA: Infantil: 18:45 às 20:30

Escola Classe 113 norte (Segundas e Quartas)
Infantil iniciante: 18:15 às 19:00 horas
Infantil intermediário: 19:00 ás 19:50 horas
Adulto Iniciante: 20:00 ás 20:50 horas

Escola Classe 115 norte (Segundas e Quartas)
Adulto Intermediário/Avançado: 21:00 às 22:00 horas.

Abraços,
Kahina Mahin.

Tradução: Enta Tany - Haifa Wehbe




Enta Tany - Você De Novo

Você de novo
Ninguém pegou meu lugar?
Você não me vendeu em questão de segundos?
Então porque você está de volta?

Veja, isto é tudo o que restou
Meu coração e eu juramos que você estaria fora
É impossível para nós voltarmos para você
Porque você não serve mais para nós

Isso era um sonho que eu tinha construído
Mas agora ele passou e você voltou para terminá-lo
O que está esperando para me dizer?
Rapaz, não me atormente.

Não, fique onde está
Meu coração e eu juramos que você estaria fora
É impossível para nós voltarmos para você
Porque você não serve mais para nós

Isso era um sonho que eu tinha construído
Mas agora ele passou e você voltou para terminá-lo
O que está esperando para me dizer?
Rapaz, não me atormente.

O que você trouxe?
E quem é você para se lamentar?
Não estou à sua disposição
Sofri demais com seu amor

Leve sua parte
Você deixou uma ferida com seu amor
Por isso planejo te abandonar
Da mesma forma que me abandonou há um tempo atrás

Então, fique onde está
Meu coração e eu juramos que você estaria fora
É impossível para nós voltarmos para você
Porque você não serve mais para nós

Isso era um sonho que eu tinha construído
Mas agora ele passou e você voltou para terminá-lo
O que está esperando para me dizer?
Rapaz, não me atormente.

Letra:

enta tani
mesh gheiri khed makani
mesh baatini ou fsawani
tab leih del woet regaateli

da eli baei wa howa da kamen eli naess
mesh kan mowdo3 ou khalas
ken hed elek hanili

baei andek khalik
ena ou elbi halefna alik
la yemkin tani nergaa lik
yaani khalas matelzemnesh

kan helm bini asitli alih
ou git towafi ou mestani aoulek eih
yalla ya sidi matedweshnesh

eih eli gabek
ou bteshki lamine azbek
ena mesh fadi lganabek
da ktir fi hawak azebtini
khed nasibek garhek ala eid habibek
ena matera eni asibek
zay enta zamen ma sebtini


(Fonte: Blog Dança do Ventre Brasil)

Saida

Filha de imigrantes sírios, a argentina Saida (nome verdadeiro Verónica Helou) já possui uma carreira de 20 anos na dança do ventre.

Bailarina clássica desde 1983, Saida ingressou na dança do ventre em 1991 com o mestre Amir Thaleb (diretor da Arabian Dance Company), estudando dança árabe performática e folclore árabe. Por 10 anos, Saida foi a primeira bailarina desta companhia e, em 1994, ela fundou sua primeira escola de dança do ventre, que atualmente conta com mais de 700 alunas.

Em 2000, Saida passou a divulgar seu trabalho internacionalmente: primeiramente, se apresentou com a companhia de Amir Thaleb em Miami, ao lado do grupo Middle Eastern Dance Exchange de Tamalyn Dalal. Após este show, começou a realizar workshops com o músico Mario Kirlis por vários países, inclusive no Brasil, nos anos de 2003, 2005 e 2006 através do Festival Luxor.

Em 2002, Saida criou o grupo Rakkasah, com o qual realiza apresentações periódicas na Argentina, já tendo se apresentado também no Peru e na Colômbia. E em 2004, passou a integrar o grupo Bellydance Superstars do produtor Miles Copeland, gravando no ano seguinte o DVD "Solos From Monte Carlo" com a música "New Baladi" de Mario Kirlis e a música "El Baston" (presentes no CD Bellydance Superstars 3). Também em 2005, gravou seu primeiro DVD instrucional com o maestro Mario Kirlis.

Saida é uma dançarina reconhecidíssima na Argentina, a única que organizou por lá um seminário internacional de dança do ventre (trazendo nele Amar Gamal), e que é conhecida por todo o mundo. Em 2008, ela obteve o diploma de honra por ser a melhor bailarina de danças árabes na Argentina.



Fonte: Blog Dança do Ventre Brasil

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A salamo a-leikom

Olá, queridas!!!
A expressão que utilizei de título para esta postagem é uma expressão árabe muito comum (áraque coloquial libanês).
"A salamo a-leikon" significa "A paz esteja com vocês".
Com isso começo a postagem de hoje, que será sobre essas expressões árabes comuns.
Então vamos lá...


ExpressãoTradução

Mash'Allah

vem de "Insha'Allah"que significa "Se Deus quizer", mas
é usada para expressar admiração

Smalla'Alik

Que Deus proteja você

Ta'álli

Venha aqui !

Márhaba 

Oi !

Ezaiák

Como vai ? (se pergunta para homem - no Egito)

Ezaík

Como vai ? (se pergunta para mulher - no Egito)

Habaiták

Eu te amei (mulher dizendo p/ um homem)

Baatreflik

Confesso para você (homem para mulher)

Sautek muftáh el janéh

Sua voz é a chave do paraíso

Kunti fin

Onde esteve você ? (a sugestão é "onde esteve
você toda a minha vida... uma côrte)

Kifak

Como vai ? (para homem - Líbano)

Kifik

Como vai ? (para homem - Libano)

Ya'Aini

Meus olhos

Núchkôr Állah

Graças a Deus !

Habib

Querido

Adêch ?

Quanto custa ?

Balêch

De graça (com o preço de algo)

Mich héle

Não é caro

Lech hêk ?

Por que desta forma ?

Jib khâbez

Traga pão

Isa bitrid

Por favor

Áfuan

Desculpe-me

Shuff

Veja (para homem) - "Shuffi" para mulher
Sabáh hel khéirBom Dia (as letras "kh" tem som de dois erres - "rr")
Maçal el kheirBoa Noite
Tcharráfna ktirMuito Prazer
BáyAC ibn árab?Seu pai é filho de árabe?
Menn uên báyAC?De onde é seu pai?
Kífel aele?Como vai a família?
Íssmi LeilaMeu nome é Leila
A salamo a-leikomA paz esteja com vocês
A leikom es salâmA resposta
Kífel hál?Como vão as coisas?
Chú?O que?
Adeich el seah?Que horas são?
Uên rayeh?Onde você vai?
Mín heda?Quem é este?
YálahVamos


Espero que tenham gostado!

(Fonte: http://www.khanelkhalili.com.br)

Smalla'Alik!!!!


Abraço,
Kahina Mahin.

A dança dos 7 véus

A Dança dos 7 Véus é muito antiga e sagrada. O véu, na verdade, "desvenda" a sabedoria. Espiritualmente, os 7 véus estão ligados aos 7 chakras em equilíbrio. A retirada e o cair dos véus, significam o "cair da venda", a consciência espiritual.

A dança dos sete véus é um dos mais famosos, belos e misteriosos ritos primitivos. Embora muita gente acredite que se trata da mais antiga versão do strip-tease, a dança não tinha um caráter exclusivamente erótico. Não era praticada em ritos de fecundação, mas pelas sacerdotisas dentro dos templos da deusa egípcia Ísis. A sacerdotisa oferecia a dança para a deusa Isis, que existe dentro dela, e lhe dá beleza e força. Realizada em homenagem aos mortos pelas sacerdotisas, em seus templos, que retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada ao mundo dos mortos sem apego a bens materiais.

A dança dos sete véus pode ser realizada, também, em homenagem à deusa babilônica Ishtar, deusa da vida e da morte, do amor e da fertilidade. Segundo os babilônios, Ishtar descia ao mundo subterrâneo passando sete vezes por sete portais, deixando em cada um deles um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano, representados pelos véus. Os véus nesta dança significam a decida da mulher ao seu mundo interior. São os sete mistérios da deusa Ísis (a mulher busca os mistérios para se espiritualizar).
Através da dança do ventre a mulher entra em contato com a sua Deusa Interior, localizada no útero. O desvendar dos véus, significa a descoberta dos seus chakras. Cada cor de véu corresponde a uma energia de um chakra. Os sete véus representam os sete graus de iniciação, os sete chakras corporais, as sete cores do arco-íris e os sete planetas. A retirada e o cair dos véus significa o cair da venda, despertando a consciência.
É a evolução espiritual. Realizada em homenagem aos mortos pelas sacerdotisas, em seus templos, que retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada ao mundo dos mortos sem apego a bens materiais.
Na dança, a bailarina inicia com os sete véus amarrados no corpo, cada um de uma cor, correspondendo aos sete chakras. À medida que a bailarina dança, os véus vão sendo desamarrados um a um representando a abertura de cada chakra, a começar pelo chakra básico ou sexual e terminando no chakra coronário.

Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, è preferencialmente de cor clara, suave. Originalmente a dança dos Sete Véus, por ser ritual, era dançada vestindo-se apenas os véus. Porém atualmente se usa por baixo uma roupa comum de dança do ventre, de preferência branca ou lilás, simbolizando a transmutação.

1º Véu: VERMELHO: O véu vermelho está associado a Marte e ao chakra base, sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão. Entra-se com o véu vermelho, com movimentos fortes de véu e quadris, como batidas e shimies. Normalmente o véu vermelho mede 3 metros.

2º Véu: LARANJA: O véu laranja representa Júpiter e o chakra sexual, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo. O véu fica preso no quadril. Executa-se movimentos de shimies, oitos, redondos, o véu acompanha com movimentos na altura do chakra.

3º Véu: AMARELO: O véu amarelo representa o Sol e o chakra plexo solar , que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria. O véu amarelo fica cobrindo a barriga. O véu coordena com os movimentos de ondulações, oitos laterais, oitos com ondulações, redondo interno e redondo grande.

4º Véu: VERDE: O véu verde corresponde a Mercúrio e ao chakra cardíaco, que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos. O véu pode ficar no bustie ou em um dos braços. Executa-se movimentos de busto e braços.

5º Véu: AZUL: Vênus e o chakra laríngeo é o véu azul, a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos. O véu pode ficar no pescoço ou no outro braço preso ao bracelete. Usa-se os véus verde e azul juntos com movimentos de cabeça.

6º Véu: LILÁS: O véu lilás, que representa Saturno e o chakra frontal, mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil. O véu cobre o rosto como chador. Usa-se expressão de olhos, cabeça, tira o chador.

7º Véu: BRANCO: Finalmente a Lua e o chakra coronário estão associados à cor branca ou ao prateado ( a união de todas as cores). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior. O véu branco fica na cabeça como véu beduíno. A bailarina retira o véu e o utiliza com movimentos de giros, casulo.
Os véus são retirados lentamente durante a execução dos movimentos, alguns deles a bailarina somente retira, enquanto outros realiza movimentos mais elaborados. A música deverá ter duração média de 7 minutos. E deverá proporcionar as diferentes variações de movimentos.

A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

Abraço,
Kahina Mahin.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

VOLTA ÀS AULAS 2011

Aulas de dança do ventre

Escola Classe 306 norte: Início dia 10/02 de 19:30 às 20:30 e de 20:30 às 21:30 e
infantil dia 11/02 de 18:45 às 20:30

Escola Classe 113 norte: Início dia 14/02
Infantil iniciante 18:15 às 19:00 horas
Infantil intermediário 19:00ás 19:50 horas
Adulto 20:00 ás 20:50 horas

Escola Classe 115 norte: Início dia 14/02 de 21:00 às 22:00 horas.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE OS OBJETOS USADOS NA DANÇA


A Dança do Ventre possui diversas modalidades desde a tradicional que não utiliza nenhum objeto até outras variações nas quais se dança com objetos cênicos.
É o caso por exemplo da Dança com Véu, com Taças, com Espada, entre outras.
Confira abaixo as principais delas!
DANÇA COM BASTÃO OU BENGALA (RAKS EL ASSAYA)
Também conhecida como Dança do Bastão ou da Bengala, o Raks EI Assaya seria uma versão feminina para a dança Tahtib. Os movimentos na versão feminina são graciosos, delicados, onde as mulheres apenas manejam o bastão demonstrando suas habilidades com o objeto, usando-o também como uma “moldura” para mostrar o corpo durante a execução de seus movimentos.
DANÇA COM CANDELABRO (RAKS ELSHEMADAN)
Raks AI Shemadan é o nome egípcio para o que conhecemos como a Dança do Candelabro. Muito comum em festas de casamento ou aniversário, até hoje serve para celebrar a vida e a união entre as pessoas. Durante as comemorações de um casamento, por exemplo, a dançarina e suas velas simbolizam a luz que irá abrir e iluminar o caminho do novo casal. Muito comum no Egito, essa dança pode ter alguma relação com as tradições judaicas, que também tem o castiçal em sua simbologia. A proximidade dos países do Oriente Médio pode facilitar que traços culturais de povos diferentes se misturem, criando manifestações folclóricas cujas origens se tornem esquecidas no tempo, ou tenham explicações baseadas em “versões”.
DANÇA COM DERBAKE
Derbake é um instrumento de percussão. Enquanto o músico executa o solo desse instrumento, a bailarina acompanha as batidas da percussão com o corpo. O elemento coreográfico típico das danças para o Solo de Derbake é o shimie, acompanhado de movimentos de batida (solares e lunares).
DANÇA COM CIMITARRA (ESPADA)
Dança com várias versões para sua origem. A primeira seria que esta dança seria para homenagear a deusa Neit, mãe de Ra (deusa da guerra) que destruía os inimigos e abria os caminhos. Uma segunda versão conta que a dança com a cimitarra surgiu das tabernas ou casas de prostituição. Os soldados após um dia de luta, iriam descansar nesses lugares e as mulheres da casa pegavam suas espadas e dançavam, para sua diversão. Na terceira versão, deriva do Arjã, dança milenar que só era executada por homens, geralmente os velhos das aldeias, e simbolizava a vitória sobre os inimigos e a conquista de territórios. Com o passar do tempo, as mulheres incorporaram a cimitarra, espécie de espada com a ponta recurvada, às suas danças.
DANÇA COM DAFF (PANDEIRO)
O daff é um pandeiro árabe, que tem o som um pouco diferente do nosso pandeiro. Por ser pequeno e fácil de lidar, pode ser usado pela bailarina, assim como os snujs, para acompanhar a música. Os ritmos mais rápidos são perfeitos para serem acompanhadas pelas batidas do pandeiro no corpo da bailarina. As danças com instrumentos são sempre muito alegres e festivas.
DANÇA COM PUNHAL
Versão da dança com cimitarra. Quase nada se sabe sobre sua origem, mas alguns acreditam que, para os egípcios, era uma homenagem à Deusa Selkis, que simbolizava a morte e a transformação. Numa segunda versão, essa dança era realizada pela odalisca predileta do Sultão. Para mostrar seu poder às outras mulheres do Harém, ela tomava do Sultão seu punhal e dançava diante de todos. Com isso, ficava provado que ele tinha total confiança nela.
DANÇA COM SERPENTE
Essa dança tem em sua formação original a utilização de uma serpente de metal (muitas vezes de ouro), já que este animal era considerado sagrado e símbolo da sabedoria. Atualmente vê-se algumas dançarinas utilizando cobras de verdade para dar mais destaque à sua sensualidade e coragem. A presença da serpente, por ser considerada sagrada, era representada através dos adornos utilizados e pelo movimento do corpo.
DANÇA COM SNUJS
Snuj é um instrumento rítmico que serve, quando tocado pela bailarina, para acompanhar o ritmo da música e as batidas de sua dança. Os snujs, ou címbalos, são 4 pratilhos de metal presos nos polegares e dedos médios de ambas as mãos, que devem ser tocados leve e rapidamente, fazendo com que o som seja próximo ao de sinos de igreja. Pode ser tocado livremente, seguindo a música dançada, ou dentro da notação específica do ritmo em questão.
DANÇA COM TAÇAS
Também conhecida como Dança das Taças, deriva da Raks AI Shemadan. A bailarina dança com taças (ou pequenos castiçais) com velas, nas mãos. Durante a dança, as taças são equilibradas em partes do corpo da bailarina, como coxas, barriga, etc. Tem a mesma simbologia que a dança com o castiçal, sendo comumente vista em casamentos, batizados e aniversários, servindo para iluminar os caminhos dos homenageados. Esta versão não é considerada folclórica pelos povos do Oriente.
DANÇA COM VÉUS
O véu está presente em várias passagens de textos que falam sobre a dança dos povos do antigo Egito, por isso é previsível que este seja muito usado pelas bailarinas na atualidade. Quando se fala sobre a importância e o significado do véu, devemos lembrar que os movimentos na Dança do Ventre estão relacionados aos animais, às plantas, aos símbolos da mitologia egípcia e aos quatro elementos da natureza. Portanto, podemos relacionar o véu com o elemento ar (com os ventos que sopram do deserto). A dança dos sete véus tem sua origem bastante especulada: já foi associada à passagem bíblica onde Salomé pede a cabeça de João Batista. Atualmente, é muito comum ver a dança ser vinculada aos sete chakras corporais, onde cada véu teria a cor de um dos chakras, simbolizando sua transformação.

(fonte : www.coisinha-interessantes.blogspot.com.br)
by,
Madalena Oliveira


domingo, 26 de dezembro de 2010

Feliz Natal à todos!!!

Um novo ano está chegando. Ano novo, blog de cara nova... O novo visual do blog é crédito da Madalena Oliveira, que, como eu já disse aqui, também será responsável por esse blog daqui pra frente.
Então, muito obrigada, Madalena. A nova modelagem ficou show.

Bom... Queremos desejar a todos um feliz ano novo, boas festas, que o ano que vem venha repleto de alegrias, amigos, prosperidade, amor(es), paz, sucesso.. Enfim, esperamos que todos tenham seus sonhos realizados nesse novo ano que está chegando!

E claro.. Muita, muita dança, minha gente!!!

Um grande beijo a todas(os),
Kahina Mahin.


P.S:.. Percebi que não comentei aqui.. Mas eu, Ariadne Queiroz, escolhi como nome de dançarina "Kahina Mahin"... Kahina é mulçumano e Mahin é persa.. Formam "Princesa/guerreira lunar". Então sempre que estiver assinado "Kahina Mahin" podem saber que sou eu!
Grande abraço!

Mensagem da Professora

Apresentar-se como profissional exige experiência, malícia, improviso e o essencial, equilíbrio emocional. Para isso a aluna deverá passar por várias situações surpresas durante o curso. Fazer um solo, dançar uma música sem treino, improvisar uma coreografia, saber ouvir críticas e elogios de sua professora e colegas, enfim, se preparar com firmeza e determinação para enfrentar com graça e sabedoria o que se propõe.
Lembrem-se: "Para se chegar ao castelo, é preciso nadar pelo fosso"
Grande beijo a todas,
Professora Raquel Couto - Aicha.